terça-feira, 31 de março de 2020

Disciplina INOVA - Eletiva - Youtuber


Disciplina INOVA - Eletiva YOUTUBER


Profª Rosemeire


Para: 6o. , 7o., 8o., e 9o. anos


Fonte: https://pixabay.com/pt/illustrations/homem-branco-branco-figura-isolado-1720206/> acesso em 31/03/2020



Acesse link e Responda as Questões:
https://forms.gle/t4eQZVRRMN3RmfKc8




Disciplina INOVA - Eletiva - Inglês com Música





Disciplina INOVA - Eletiva Inglês com Música

Profª Amanda 



Sing the ABCs with LingoKids Chacaracters and lern easity the English Alphabet


Fonte:https://pixabay.com/pt/images/search/ingles%20em%20musica/> acesso em 30/03/2020

Lyrics



ABCD! In the morning, brush your teeth!

EFGH! Hurry up and don’t be late

IJKL! Learn the letters very well!

MNOPQ! Whta we say is what we do!

RSTU! You love me, and I love you!

VWXYZ! Start again and chant with me!



ABCD! In the morning, brush your teeth!

EFGH! Hurry up and don’t be late!

IJKL! Learn the letters very well!

MNOPQ! What we say is what we do!

RSTU! You love me, and I love you!

VWXYZ! Say goodbye and wave to me!



Acesse o link e responda as questões:


https://docs.google.com/forms/d/1wIFz_94bFQf50Z0Cktc6WszdvoeHyJgT7wv6Gez-Bcw


Disciplina INOVA - ELETIVA - O lugar onde vivo





Disciplina INOVA - Eletiva O Lugar onde Vivo

Profª Rosangela 





Para as turmas de 6º e 7º anos; 8º e 9º anos.

Exemplo de Poema:


https://pixabay.com/pt/photos/árvore-sombra-rio-casa-água-3321798/> acesso em 31/03/2020

Lugar onde vivo
Uma casa debaixo de uma mangueira
Na beira de um rio
Com aguapés verdejantes.

A casa simples onde vivo,
Com telhado de coqueiro,
Trançado por cipó,
Simples e aconchegante.

Onde chego da roça,
Para o descanço de um longo trabalho.

Autor: S. N. Kariatsumari


 Acesse o link e responda as questões: 
 https://forms.gle/CFFbuYDHkHUcCw4h7


segunda-feira, 30 de março de 2020

Disciplina INOVA - Eletiva -Matemática Financeira




Disciplina INOVA - Eletiva Matemática  Financeira

Profº. Renato


Pequeno histórico: Como surgiu o dinheiro?



 Até chegar à forma que conhecemos hoje, o dinheiro passou por muitas modificações. No início da civilização, o comércio era na base do escambo, ou seja, na troca de mercadorias. Só no século VII a.C. que surgiram as primeiras moedas feitas de ouro e prata. A princípio, essas peças eram fabricadas em processos manuais e muito rudimentares, mas já refletiam a mentalidade e cultura do povo da época.

Durante a Idade Média, surgiu o costume de guardar as moedas com ourives e, como garantia, era entregue um recibo. Era bem parecido com o processo que acontece hoje quando depositamos o dinheiro no banco e, depois, usamos o cartão para resgatar. Aos poucos esses comprovantes passaram a ser usados para efetuar pagamentos, circulando no comércio e dando origem à moeda de papel.

Com o surgimento dos bancos, essas instituições assumiram para si a função de emitir as moedas de papel, que foram chamadas também de Bilhetes de Banco. No Brasil, os primeiros recibos foram emitidos pelo Banco do Brasil em 1810 e tinham seu valor preenchido à mão, como é feito com os cheques.

Aos poucos, como já acontecia com as moedas, os governos passaram a controlar a emissão de cédulas de dinheiro para evitar as falsificações e garantir o poder de pagamento. Atualmente, quase todos os países possuem seus bancos centrais, que são encarregados de emitir cédulas e moedas.

A confecção das moedas contemporâneas obedece a um rigoroso padrão de impressão, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade. As principais unidades monetárias usam a base centesimal, isto é, a moeda divisionária da unidade equivale a um centésimo de seu valor. No caso do Brasil, temos o Centavo de Real.

No mundo moderno, além do dinheiro vivo, impresso em cédulas reguladas pelo Governo, o comércio também usa outros mecanismos financeiros de intenção de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito/débito. Essas tecnologias foram criadas para dar mais praticidade e segurança para as transações.

Brasil

A Casa da Moeda, instituição brasileira responsável pela impressão do dinheiro, foi criada em 1694 por Dom Pedro II, rei de Portugal, para atender a demanda de fabricação de moedas no Brasil Colônia. Além do dinheiro, a estatal produz hoje outros produtos de segurança, como passaportes com chips e selos fiscais.

No entanto, a fabricação de novas cédulas é regulada pelo Ministério da Fazenda por meio do Banco Central do Brasil, visto que a quantidade de dinheiro em circulação dentro de um país deve ter como base a quantidade de serviços e produtos oferecidos pela economia nacional. Por esse motivo, um país não pode tentar contornar uma crise colocando mais dinheiro em circulação. Se isso acontece, o mercado tende a aumentar o preço das mercadorias, gerando inflação.

Dessa maneira, a fabricação de cédulas deve-se, principalmente, à substituição de notas velhas e não para aumentar a quantidade de dinheiro que circula dentro do país. Mesmo assim, a tiragem anual de moedas impressiona. Em 2013, foram R$ 3,1 bi em cédulas e R$ 2,3 bi em moedas.

Real


Vários foram os nomes dados à moeda brasileira: Reis, Cruzeiro, Cruzeiro Novo, Cruzado, Cruzado Novo, Cruzeiro Real e, em 1994, foi implantada a atual moeda: o Real. Vários foram os modelos, tamanhos e dispositivos de segurança usados na fabricação das cédulas.

Antes da atual moeda, diversas personalidades foram homenageadas. Pedro Álvares Cabral, Marechal Deodoro da Fonseca, Tiradentes, Santos Dumont e o ex-presidente Juscelino Kubitschek foram algumas das personalidades que estamparam as notas.

O design atual das cédulas brasileiras não homenageia pessoas. Em um dos lados da nota, consta a efígie simbólica da República; do outro lado, animais da fauna brasileira – cada nota com um animal diferente.



as moedas de metal apresentam ilustrações de personalidades importantes para a cultura brasileira.

·         1 centavo – Pedro Álvares Cabral

·         5 centavos – Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes)

·         10 centavos – Dom Pedro I

·         25 centavos – Manuel Deodoro da Fonseca

·         50 centavos – José Maria da Silva Paranhos Júnior (Barão do Rio Branco)

·         1 real – Efígie da República

Cada moeda, de metal ou de papel, tem hoje tamanhos e cores diferentes. Entre os itens de segurança usados, estão marcas d'água, impressão em alto-relevo e microimpressões.

Curiosidades


Até o ano de 2005, o Banco Central produziu cédula de R$ 1. Apesar de não ser mais produzida, a nota ainda não saiu de circulação e pode ser aceita no comércio. No entanto, é raro encontrá-las, a não ser com colecionadores.









Por ocasião os 500 anos do Brasil, comemorado no ano 2000, o Banco Central do Brasil criou uma nova cédula de R$ 10, fabricada em plástico, com predominância laranja e azul. Esta também não é mais fabricada, mas não saiu oficialmente de circulação e podem custar caro nas mãos dos colecionadores.
 



A moeda no Brasil
Conheça a trajetória da moeda no nosso país desde a chegada dos portugueses até a implantação do real

O dinheiro no Brasil Colônia
(1500-1822)

O primeiro dinheiro a circular no Brasil foi a moeda-mercadoria. Durante muito tempo, o comércio foi feito por meio da troca de mercadorias, mesmo após a introdução da moeda de metal. Mas a primeira "moeda" brasileira de fato foi o açúcar, que, em 1614, passou a valer como dinheiro por ordem do governador Constantino Menelau. O fumo, o algodão e a madeira também eram muito utilizados com essa função.

As primeiras moedas metálicas - de ouro, prata e cobre - chegaram com o início da colonização portuguesa. A moeda portuguesa, o real, foi usada no Brasil durante todo o Período Colonial. Assim, tudo se contava em réis - plural popular de real. O dinheiro vinha de Portugal, mas sua origem verdadeira era a Espanha, muito mais rica em reservas metálicas devido à maior abundância de ouro e prata em seu império. Houve até uma época - durante a dominação de Portugal pela Espanha, de 1580 a 1640 - em que a moeda utilizada na Colônia brasileira era o real hispano-americano, cunhado na Bolívia.

Em 1624, a Holanda invadiu pela primeira vez o Nordeste brasileiro. Sob seu domínio, foi realizada a primeira cunhagem de moedas em território nacional. Quadradas, pequenas, feitas em ouro e prata, elas surgiram em Pernambuco, em 1645.

Fonte:http://www.educacional.com.br/reportagens/dinheiro/brasil.asp> acesso em: 30/03/2020

As casas fabricantes de moedas foram criadas por aqui à medida que os lugares iam desenvolvendo-se e necessitavam de dinheiro. A primeira foi a Casa da Moeda da Bahia, seguida pelas do Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais.

Quando a Corte portuguesa veio para o Rio de Janeiro por conta das Guerras Napoleônicas, o crescimento dos gastos por causa de sua presença e a falta de metal precioso levaram à necessidade de emissão de moeda de papel para atender ao comércio. Criou-se, então, o Banco do Brasil, e, em 1810, foram lançados os primeiros bilhetes de banco no país.

O dinheiro no Brasil Império
(1822-1889)

Entretanto, quando D. João VI voltou para Portugal, levou não só a Corte, mas também o tesouro nacional.

Golpe grave: as reservas bancárias da Colônia reduziram-se a 20 contos de réis (ou 2 mil réis). Passou-se a emitir papel-moeda sem lastro metálico suficiente, o que ocasionou a progressiva desvalorização do dinheiro. Assim, quando D. Pedro I se tornou imperador do Brasil em 1822, encontrou os cofres vazios e uma enorme dívida pública. Sob o governo de D. Pedro II a situação melhorou um pouco, principalmente devido à produção cafeeira (que seria o centro da economia brasileira nos próximos 100 anos) e à construção de ferrovias e estradas.

Fonte:http://www.educacional.com.br/reportagens/dinheiro/brasil.asp> acesso em: 30/03/2020


Em 1888, com a abolição da escravatura, completava-se parte do caminho - que seria concluído pela imigração - da formação do nosso mercado de trabalho, o que disponibilizou a mão-de-obra necessária para nossa industrialização. Foram evoluções imprescindíveis para o desenvolvimento capitalista no Brasil.

No dia-a-dia, passou-se a usar o mil-réis, múltiplo do real, como unidade monetária devido às seguidas desvalorizações.
Fonte:http://www.educacional.com.br/reportagens/dinheiro/brasil.asp> acesso em: 30/03/2020

O dinheiro na República Velha
(1889-1937)

A desvalorização transformou-se num mal crônico, e as crises financeiras se sucediam. O governo federal passou a ser o único responsável pela emissão de nosso dinheiro. Só em 1911 é que o dinheiro brasileiro registrou sua primeira alta no mercado internacional.

Em 1906, foi criada a Caixa de Conversão para combater a crise no mercado do café - produto importantíssimo para a economia brasileira - e manter equilibrado o poder de troca da moeda do Brasil no comércio com outras nações. A Caixa emitiu cédulas em valores que variam entre 10 mil réis e 1 conto de réis - o chamado papel-ouro, porque tinha a garantia de ser trocado por moedas de ouro. Ela teve suas atividades encerradas em 1920.

Fonte:http://www.educacional.com.br/reportagens/dinheiro/brasil.asp> acesso em: 30/03/2020

Mas o mil-réis se desvalorizou muito devido à Primeira Guerra Mundial, entre 1914 e 1918, e ao crash da bolsa em 1929, fato que influenciou a economia do mundo todo. Começou nesse período a crise da produção cafeeira no Brasil.

Para tentar estabilizar a situação, criou-se a Caixa de Estabilização, que emitia cédulas que podiam ser trocadas por barras ou moedas de ouro, com o intuito de formar um estoque que tornasse o dinheiro brasileiro mais forte. A Caixa não teve êxito, pois essas crises foram tão fortes que esgotaram os depósitos, e suas atividades foram encerradas em 1930.

O dinheiro no Estado Novo
(1937-1945)

A partir de 1933, o Brasil começou a se recuperar. Isso se deveu principalmente à política de defesa dos interesses cafeeiros, já que a demanda interna voltou-se mais uma vez ao produto nacional, por causa da brusca queda da capacidade de importar produtos.

O governo ditatorial de Getúlio Vargas se preocupava muito em criar medidas de estímulo à indústria brasileira, manipulando investimentos e investindo recursos em segmentos como a indústria de base. Em 1941, surge a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a Companhia Vale do Rio Doce.

No ano de 1942, o cruzeiro é estabelecido como padrão monetário nacional, substituindo o real. A nova unidade correspondia a 1 mil-réis.

O dinheiro na Quarta República e na Ditadura Militar
(1945-1983)

A desaceleração do crescimento industrial ocasionado pela Segunda Guerra Mundial não impediu a consolidação da industrialização no Brasil no fim do Estado Novo, em 1945.

Fonte:http://www.educacional.com.br/reportagens/dinheiro/brasil.asp> acesso em: 30/03/2020

Já iniciadas as ditaduras militares, o ano de 1967 foi marcado pelo lançamento do cruzeiro novo, unidade transitória que equivalia a mil cruzeiros. Em 1970, sua denominação voltou a ser apenas cruzeiro.

De 1968 a 1973, o Brasil passou pelo milagre econômico, com a realização de obras e projetos ambiciosos. 

O PIB cresceu, em média, 11% ao ano, mas a renda tornou-se cada vez mais concentrada, problema que persiste até hoje.

Em 1979, ocorreu a maxidesvalorização do cruzeiro, durante o governo Figueiredo, quando o nosso dinheiro perdeu de uma só vez 30% do seu valor.

A partir do governo Juscelino Kubitschek (1956 a 1960) e durante todo o período dos governos militares (1964 a 1985), houve um supercrescimento da dívida externa brasileira, até que, em novembro de 1983, o país informou aos credores internacionais que deixaria de pagar o principal da dívida, honrando apenas os juros.

Fonte:http://www.educacional.com.br/reportagens/dinheiro/brasil.asp> acesso em: 30/03/2020

O dinheiro na Nova República
(a partir de 1983)

A Nova República herdou como um dos mais pesados fardos a dívida externa e a inflação galopante, que seria o alvo principal de várias medidas e planos econômicos.

O Decreto 2.283 deflagrou, no governo Sarney, o Plano Cruzado. Entre as medidas adotadas, estavam a reforma monetária (criação da nova moeda, o Cruzado), o congelamento dos preços e a instituição do gatilho salarial, que era acionado toda vez que a taxa de inflação atingia 20%.

Em 1986, entrou em cena o Plano Cruzado II e, em 20 de fevereiro de 1987, o presidente José Sarney informou, em pronunciamento oficial, que o governo brasileiro suspendera unilateralmente todos os pagamentos de juros relativos à dívida de médio e longo prazo devida aos bancos comerciais estrangeiros.
Fonte:http://www.educacional.com.br/reportagens/dinheiro/brasil.asp> acesso em: 30/03/2020

Entre 1987 e 1991, foram implementados sucessivamente vários planos econômicos. Primeiro o Plano Bresser, de junho de 1987. Em 1989, o Plano Verão, que criou o Cruzado Novo. Já no governo Collor, os planos Collor I (que ressuscitou o cruzeiro) e Collor II. A edição sucessiva mostrava o insucesso das tentativas de estabilizar a economia. A inflação pularia de 415,83% ao ano, em 1987, para 2.708,55% ao ano em 1993.

No início da década de 90, o Brasil passou por um período chamado de abertura comercial e econômica. 

Tratou-se de reduzir a tarifa de importação, realizar reestruturações industriais e tecnológicas e promover processos de privatizações de empresas estatais com o objetivo de criar condições para que o mercado nacional pudesse enfrentar a concorrência internacional e adequar sua economia ao fenômeno da globalização.

Em 1993, já no governo Itamar Franco, a moeda foi novamente desvalorizada em três decimais: o cruzeiro passou a se chamar cruzeiro real.

Tendo a inflação alcançado o alarmante índice de 3.700% nos primeiros onze meses de duração do cruzeiro real, o governo Itamar Franco passou a adotar, a partir de março de 1994, um indexador único da economia, designado unidade real de valor (URV), para estabelecer uma proporção entre salários e preços, o qual iria se transformar em nova moeda quando todos os preços, em tese, estivessem estáveis em termos de URV. Essa estabilidade pressuposta ocorreu em 1.° de julho de 1994, quando a URV, equivalendo a 2.700 cruzeiros reais, passou a valer 1 real, representado pelo símbolo R$.


Cédula lançada em 1993.
Fonte:http://www.educacional.com.br/reportagens/dinheiro/brasil.asp> acesso em: 30/03/2020

Em 1998, o real passou pela sua primeira grande afirmação, quando houve uma grande desvalorização da nossa moeda devido à quebradeira de vários mercados pelo mundo, principalmente o russo e o asiático. 

Mas, apesar das dificuldades, o Brasil atravessa atualmente uma fase de desenvolvimento. Temos uma grande produção industrial, um mercado vigoroso e atingimos uma marca representativa no segmento de informática e tecnologia. Todavia, nosso passado colonial e escravista revela igualmente seu peso, mantendo flagrantes desigualdades sociais em nosso país e fazendo com que uma grande parte da população não participe desse desenvolvimento.

Outro problema comumente enfrentado pelos mercados emergentes como o brasileiro é que suas economias vivem à mercê da ação de especuladores, que ganham dinheiro com fortes quedas no mercado cambial e de ações, podendo fazer com que entrem em colapsos parecidos com o enfrentado pelo povo argentino atualmente, pelo México em 1994 ou pelos Tigres Asiáticos em 1998.

Fonte: http://www.educacional.com.br/reportagens/dinheiro/brasil.asp > acesso em 30/03/20



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https://forms.gle/yGmA3KTBsRYsFCkU8




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